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"Arlequim Servidor de Dois Amos"

Sinopse

Esta peça, que ficou célebre graças à encenação de Giorgio Strehler para o Piccolo Teatro de Milão em 1947, foi escrita por Goldoni em 1745 a pedido de António Sacchi, célebre comediante dell'arte, herdeiro da tradição italiana em Paris. Goldoni que, em início de carreira, humaniza aqui algumas personagens da peça, antecipa a sua reforma teatral reescrevendo um guião clássico dos comediantes dell`arte e fixa definitivamente o género num texto que se iria tornar, paradoxalmente, a representação mais conhecida da Commedia dell'Arte.

Reconhecendo o desafio que representa levar a cena este texto que tem como ilustre antecessora a genial encenação do Piccolo Teatro de Milão, esta nossa versão do Arlequim não pretende competir com o espectáculo do Piccolo, nem sequer reproduzi-lo. Ela aparece num momento de maturação da companhia em que este texto se presta aos nossos objectivos de evolução, reunindo um excepcional elenco de actores, formados na técnica da máscara, rodados em anteriores produções e disponíveis para esta aventura.

A peça de Goldoni apresenta um enredo típico de Commedia dell'Arte com os dois pares de apaixonados, cujos amores contrariados estão no centro da acção, os dois velhos, Pantaleão, Doutor, e os dois Zanis, Brighela e Arlequim, para além da criada Esmeraldina. A sucessão de equívocos e imbróglios, devidos em grande parte à iniciativa de Arlequim que decide servir dois patrões, resolve-se como de costume no final da peça, acabando tudo em bem.

Na nossa versão, damos importância ao trabalho de máscaras e dos actores, tentando tirar partido dos processos típicos da Commedia dell'Arte, como a improvisação e os lazzis, ou jogos de cena, tentando criar um espectáculo divertido e de comunicação com o público. Acreditamos que, com a colaboração dos restantes criativos, como o Fernando Mota, para a música e a Marta Carreiras, para os cenários e figurinos, e toda a equipa técnica e de produção envolvida neste espectáculo, conseguiremos surpreender e partilhar o prazer de representação com o público.


O que disse a crítica

“A encenação circular é animada e alucinante, perfeitamente articulada com o ritmo de acontecimentos rápidos (...) O maior prazer de uma produção da FC Produções Teatrais são os seus actores (...) talentosos, inteligentes, incansáveis e com um sentido de humor cáustico, têm nas respectivas personagens o veículo perfeito para os seus dotes.”
Rui Nunes da Silva - Expresso

“Com três simples telões, figurinos coloridos, muita música (interpretada ao vivo) e a energia contagiante dos actores, eis um espectáculo que não deixará de agradar a grandes e pequenos.”
Ana Maria Ribeiro - Correio da Manhã

Ficha Artística/Técnica

Autor: Carlo Goldoni
Tradução, Adaptação e Encenação: Filipe Crawford.
Cenografia e Figurinos: Marta Carreiras
Música: Fernando Mota
Máscaras: Nuno Pino Custódio, Renzo Antonelo e Takashi Kawahara
Execução de Cenário: Ricardo Trindade e Pape 5, Lda
Execução de Figurinos:
Catarina Santos e Rosário Rato
Desenho de Luz e Técnica: Nuno Gomes
Assistência de Encenação: Pedro Tobias (Estágio da E.S.T.C.)
Direcção de Cena: Guilherme Noronha
Produção: FC Produções Teatrais
Interpretação: Alexandre Pedro, Anabela Mira, Andreas Piper, Anna-Louise Konczak, Carlos Pereira, Diana Costa e Silva, Guilherme Noronha, João Paulo Silva e Vasco de Campos

Uma Produção FC Produções Teatrais

Direcção: Filipe Crawford
Gestão Administrativa e Coordenação de Produção: Paula Fernandes
Produção Executiva: Teresa Rouxinol
Coordenação Técnica: José Manuel Marques
Operação Técnica: Nuno Gomes
Assistência Técnica: Nuno Abreu
Design de Comunicação: Carlos Francisco

Mais informações

R. São Francisco de Borja, 22 - Tel.: 21 395 94 17/8 Fax: 21 395 94 19
Email: info@filipecrawford.com

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