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"As Desventuras de Isabella"

Sinopse

"As Desventuras de Isabella" é um dos 50 guiões de Commedia dell`Arte escritos no início do sec. XVII para a companhia dos Gelosi por Flamínio Scala. Flamínio Scala era um dos actores desta célebre companhia liderada por Francescho e Isabella Andreíni. Isabella foi uma das primeiras mulheres a pisar os palcos de teatro, revolução conseguida pelas companhias de Commedia dell`Arte. Esta peça terá sido escrita em homenagem desta grande actriz, mas finalmente representada por Flamínia, pois Isabella terá sido impossibilitada de representar, devido a mais um trabalho de parto. Esta actriz teve sete filhos e no último parto morreu. Segundo consta, andava sempre de esperanças, pois a condição de actriz, na época, estava sujeita a algumas contrariedades, nomeadamente aos caprichos dos duques e príncipes e outros mecenas que se arrogavam o direito de dormir com as actrizes, fossem estas casadas ou não. A vida dos comediantes dell`arte estava condicionada ao protectorado dos nobres e não era isenta de peripécias rocambolescas.

Com a intenção de recriarmos em espectáculo original do século XVII, tentámos com um grupo de seis actores, já familiarizados com a Commedia dell`Arte e o trabalho de Máscaras, fidelizarmo-nos ao espírito da época e fazê-lo na rua, com um estrado típico deste género teatral, acompanhando o espectáculo com música ao vivo, sem recurso a outros meios para além das máscaras, figurinos e adereços à época e do talento e técnica dos actores para improvisarem os textos sugeridos pelo guião. O resultado final é, tal como eram os espectáculos de Commedia dell`Arte do Renascimento, uma peça susceptível de ser apresentada em qualquer espaço, dos teatros convencionais à praça pública, improvisada e adaptável a todos os públicos. A comunicação com o público e o recurso aos efeitos cómicos, a par da crítica social, também característica deste género de representação, completam o espectáculo total que é a Commedia dell`Arte, representativa da Idade do Ouro do Teatro Europeu.


O que disse a crítica

“Uma grande interacção com os espectadores, uma crítica social satírica e mordaz e o recurso a efeitos cómicos são outros dos factores a apreciar, naquela que é uma representação bastante fidedigna da idade de ouro do teatro ocidental europeu.”
Ana Garcia Martins - A Capital

“Bem dirigidos, com sentido de imprevisto, conscientes do clima teatral em que se movimentam e exibindo técnica adequada (que inclui contributos musicais executados ao vivo) os comediantes, comunicantes e empáticos, assinam trabalhos excelentes.”
Fernando Midões - Notícias da Amadora

“O conjunto brilhante de jovens intérpretes (...) fez as várias personagens com um evidente prazer, mostrando valor, garra e profissionalismo.”
Rui Nunes da Silva - Expresso

Ficha Artística/Técnica

Autor: Flamínio Scala
Adaptação e Encenação: Filipe Crawford
Máscaras: Nuno Pino Custódio e Renzo Antonello
Cenário e Figurinos: Renato Godinho, Conceição Ferreira e Filipe Crawford
Música: Fernando Mota
Esgrima: Carlos Pereira
Desenho de Luz e Técnica: Nuno Gomes
Design Gráfico do Cartaz: Teresa Cabral Mocarski
Programa: Carlos Francisco
Execução dos Cenário e Figurinos: PAPE 5, Lda.
Produção: FC Produções Teatrais
Interpretação: Anabela Mira, Andreas Piper, Carlos Pereira, Catarina Matos, Diana Costa e Silva e Guilherme Noronha.

Uma Produção FC Produções Teatrais

Direcção: Filipe Crawford
Gestão Administrativa e Coordenação de Produção: Paula Fernandes
Produção Executiva: Teresa Rouxinol
Coordenação Técnica: José Manuel Marques
Operação Técnica: Nuno Gomes
Assistência Técnica: Nuno Abreu
Design de Comunicação: Carlos Francisco

Mais informações

R. São Francisco de Borja, 22 - Tel.: 21 395 94 17/8 Fax: 21 395 94 19
Email: info@filipecrawford.com

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